| 3/6/2009 |
Faculdade participa de projeto de preservação do Rio Gravataí
Reconhecendo a importância do Rio Gravataí para a região, em que se inclui o município de Alvorada, a Faculdade São Marcos está se engajando no Projeto Aguapé Conscientização e Ajuda na Recuperação do Rio Gravataí.
 O projeto Aguapé tem como objetivo informar e conscientizar a população sobre ações no meio ambiente que interferem na qualidade da água do rio, provocando mudança de comportamento.
Os trabalhos serão desenvolvidos em escolas e centros comunitários de Alvorada, Cachoeirinha e Gravataí, além das áreas diretamente afetadas. Também serão promovidas ações de reflorestamento das margens do rio e seus afluentes, nos trechos entre os três municípios.
Além disso, deverá haver um aumento do patrulhamento e policiamento ambiental no Gravataí através da doação de equipamentos, e serão realizados mutirões de limpeza de resíduos sólidos nas margens do rio.
No dia 27 de maio aconteceu o lançamento do projeto, em Cachoeirinha, e a Faculdade São Marcos esteve representada pela profª Alice Polacchini, assessora de Desenvolvimento Institucional (na foto, terceira à direita), e pelo prof. Duilio Castro Miles. O prefeito de Alvorada, Carlos Brum, também esteve no encontro (segundo à esquerda), além de outras personalidades do município.
A Faculdade participará do projeto principalmente através da disciplina de Competitividade e Sustentabilidade Ambiental, do prof. Duilio, oferecida aos alunos do 7º semestre de Administração, além de outras ações institucionais que contribuam com a conscientização da população e com ações efetivas de proteção ao rio.
A participação neste projeto será incluída no Plano de Desenvolvimento Institucional da Faculdade, encaminhado ao MEC, como mais uma ação de responsabilidade social e ambiental da instituição.
O Projeto Aguapé é coordenado pelo Rotary Club International, através de suas sedes em Alvorada, Cachoeirinha e Gravataí, com a participação de muitos parceiros, como as prefeituras destas cidades, governo do Estado, Comitê da Bacia do Gravataí (do qual a Faculdade também faz parte), associações, ONGs e fundações.
Os rotarianos do RC Alvorada serão responsáveis pelo gerenciamento do Mutirão de Limpeza.
Água pastosa e negra
O jornal Zero Hora publicou em 4 de abril deste ano uma reportagem em que denunciava a situação dramática do Rio Gravataí. Segundo o texto, ?no Rio Gravataí, que sozinho abastece 1 milhão de pessoas, as punhaladas chegam por meio dos arroios Águas Belas, Barnabé, Feijó, Areia e Sarandi. Em vez de vida e oxigênio, eles levam toneladas de fezes humanas e animais para o leito. Na foz de cada um dos arroios, a água, quase parada, revela-se pastosa e negra. Num trecho estimado em 20 quilômetros, entre Gravataí e Porto Alegre, depara-se com cachorros e cavalos mortos. Nas margens, acumulam-se sofás, pneus, fogões, garrafas pet, sacolas de lixo (centenas delas) e até geladeiras. Ao navegar pelo Gravataí, tem-se um perfil dos hábitos e costumes de milhares de moradores da Região Metropolitana.
(leia a reportagem completa: clique aqui.)
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